un espazo para o estudo da conduta dramática / da pedagoxía teatral

teatro e educación, expresión dramática, expresión teatral, conduta dramática, xogo dramático, xogo de roles, pedagoxía teatral, pedagoxía do teatro..., puro teatro


sábado, 25 de marzo de 2017

Congresso Internacional A Animação Sociocultural: Turismo Rural e desenvolvimento Comunitário

Congresso Internacional A Animação Sociocultural: Turismo Rural e desenvolvimento Comunitário


Para seu conhecimento, e com pedido de divulgação junto de eventuais interessados, enviamos nota informativa e programa do Congresso Internacional Animação Sociocultural: Turismo Rural e desenvolvimento Comunitário, a ter lugar na Vila de Ponte da Barca, no auditório da RPRALIMA – ESCOLA PROFISSIONAL DO ALTO MINHO, nos dias 28, 29 e 30 de Abril de 2017. Trata-se de um evento organizado pela INTERVENÇÃO – Associação para a Produção e Divulgação Cultural (associação de âmbito nacional), com o alto patrocínio do Município de Ponte da Barca, o qual será coordenado pelo Dr. Franclim Sousa, Dr. José Dantas Lima Pereira e Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes.




Participam neste evento 35 especialistas/conferencistas nacionais e estrangeiros, vindos de universidades portuguesas, brasileiras, espanholas, italianas e de instituições vocacionadas para a intervenção turística que irão dissecar vários temas, dos quais se destacam: Turismo, Saúde, Ócio, Tempo Livre e intervenção terapêutica no Espaço Rural; Turismo paranormal e religiosidade no espaço rural; Animação Sociocultural, turismo e ruralidade, património, intervenção social, cultural, educativa e desenvolvimento local; As Artes e a Cultura como meio de Animação turística rural e educação comunitária; Animação, gastronomia, tradição e inovação no espaço rural; Turismo rural: Educação e Animação Ambiental, criatividade e empreendedorismo; Relatos de Projetos e Experiências de Turismo no Espaço Rural a nível nacional; Relatos  de Projetos e Experiências de Turismo no Espaço Rural  Em Ponte da Barca; Os Incentivos e apoios ao turismo e desenvolvimento rural...

Informamos que dispomos alojamentos grátis para grupos em pavilhões (femininos e masculinos) com wc e chuveiro, apenas precisam de trazer sacos cama (esta oferta é limitada nº de lugares permitidos). Informamos ainda que o congresso é acreditado com 1 crédito para Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educadores de Infância.


Para mais informações e inscrições é favor aceder ao site www.geralintervencao.com.pt ou contactar a INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL, Apartado 609.  5400-908 CHAVES, através dos Emails: intervencaodirecao@gmail.com; barcaturismo@gmail.com; congresso@geralintervencao.com.pt ou ainda pelos telemóveis 933015689/ 915136191/ 969069969.

domingo, 18 de diciembre de 2016

Un novo Congreso sobre turismo e animación sociocultural en Ponte da Barca, organizado por Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural


A Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural vai organizar na vila de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo nos dias 28, 29 e 30 de Abril de  2017, no auditório da EPRALIMA - Escola Profissional do Alto Lima, o Congresso Internacional - A Animação Sociocultural: Turismo Rural e desenvolvimento ComunitárioEste evento tem por objetivos:

Projetar a Cultura e o Património rural como meio de animação turística.

Promover a ruralidade como meio de Animação Turística.

Fomentar o debate e a reflexão em torno de sinais e inquietudes que se colocam à sociedade de hoje e, à Animação Sociocultural, nomeadamente: desintegração social, desemprego, globalização e desertificação rural.

Aprofundar os contributos que a Animação Sociocultural pode conferir no encontrar de metodologias ativas que leve as pessoas a encontrarem o seu autodesenvolvimento dentro dos seus próprios territórios.

Repensar o modelo de Formação de Técnicos de Turismo, Animadores Socioculturais, incidindo na necessidade de um perfil de profissional que dinamize projetos turísticos assentes na interação humana, valorização do património e o desenvolvimento rural (levar os agentes locais e os turistas a envolverem-se na história, na tradição local e a tornarem-se eles mesmos cartazes de publicidade ao meio).

Encontrar novos espaços de intervenção através da acção mobilizadora da Animação Turística.

Valorizar a Animação Turística a partir de investigações e práticas centradas em vivências plurais, partilhas, trocas de experiências, projectos e diferentes trajectos (o que seria uma mais-valia numa localidade onde o tecido social é rico e necessita de estimulo para preserva memórias e tradições que definem a identidade local).

Potenciar a Animação Sociocultural, o Turismo, o Património e a Cultura como geradores de emprego, empreendedorismo, eventos e projetos de dinamização local, regional e nacional.

Este evento apresenta a seguinte metodologia: Painéis; Mesas redondas; Relatos de Experiências; Painel informativo sobre recursos e apoio para projetos de turismo no espaço rural; Atividades de Animação Turística; Edição de Livro Sobre: A Animação Sociocultural: Turismo Rural e desenvolvimento Comunitário; Feira do Livro de Animação Sociocultural, Turismo, Animação Turística e desenvolvimento comunitário.


jueves, 8 de septiembre de 2016

Trabajos sobre educación teatral y pedagogía teatral disponibles

Hemos abierto una página en academia.edu al objeto de que aquellas personas interesadas en algunos trabajos escritos por Manuel F. Vieites puedan acceder a ellos comodamente. También tenemos otra página en researchgate, con las mismas opciones.

Abrimos unha páxina en  academia.edu para que as persoas interesadas nos traballos de Manuel F. Vieites sobre educación e pedagoxía teatral poidan acceder a eles con comodidade. Outro tanto en  researchgate 

martes, 16 de agosto de 2016

Congresso Internacional: Animação Sociocultural, Globalização, Multiculturalidade, Educação Intercultural e Intervenção Comunitária, a ter lugar na cidade da Amadora, no cine teatro D. João V, nos dias 4, 5 e 6 de novembro de 2016.

Para seu conhecimento, e com pedido de divulgação junto de eventuais interessados, enviamos nota informativa e programa do Congresso Internacional: Animação Sociocultural, Globalização, Multiculturalidade, Educação Intercultural e Intervenção Comunitária, a ter lugar na cidade da Amadora, no cine teatro D. João V, nos dias 4, 5 e 6 de novembro de 2016.

Trata-se de um evento organizado pela INTERVENÇÃO – Associação para a Produção e Divulgação Cultural, com o alto patrocínio do Município da Amadora, o qual será coordenado pelo Dr. José Dantas Lima Pereira, Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes e pela Doutoranda Maria da Luz Cabral.

Participarão neste evento 35 especialistas/conferencistas nacionais e estrangeiros, vindos de universidades portuguesas, brasileiras, espanholas e italianas, que irão dissecar vários temas, dos quais se destacam:   Interculturalidade, Cidadania e Participação; Gerontologia Comunitária, Educação Intercultural e Intergeracional; Educação Intercultural, Multiculturalidade, Globalização e Movimentos Sociais; Animação Sociocultural, Participação, Cidadania, Multiculturalidade e Educação Intercultural; Animação Sociocultural, Associativismo, Voluntariado, Educação Intercultural e Intervenção Comunitária; As artes, Multiculturalidade e Educação Intercultural; O Local e o Global: desafios para as sociedades multiculturais; Experiências de Intervenção Artística na Área Intercultural; A Animação Artística, Multiculturalidade e Educação Comunitária; Multiculturalidade, Educação Intercultural, Turismo, Ócio e Tempo Livre…

Para mais informações e inscrições é favor aceder ao site www.geralintervencao.com.pt ou contactar a INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL, Apartado 609.  5400-908 CHAVES, através dos Emails: intervencaodirecao@gmail.com; congressoascintercultural@gmail.com ou ainda pelos telemóveis 933015689/ 915136191/ 969069969.

Com os melhores cumprimentos,

Os Coordenadores do Congresso

Dr. José Dantas Lima Pereira
Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes
Doutoranda Maria da Luz Cabral

domingo, 1 de mayo de 2016

De la naturaleza del teatro y del uso indebido de la palabra teatro por políticos, periodistas, tertulianos y otras hierbas...







Para aprender a decir teatro

Manuel F. Vieites

Editorial publicada en la Revista ADE/Teatro, número 160.



… falsedad bien ensayada
estudiado simulacro …

Tite Curet Alonso, Puro Teatro

El espectáculo no es un conjunto de imágenes, sino una relación social entre personas mediatizada por imágenes.

Guy Debord, La sociedad del espectáculo


Aunque Don Catalino Curet Alonso en la célebre canción interpretada por La Lupe equipara conducta engañosa y teatro, lo cierto es que ni el conocimiento común que late en el cancionero, ni la literatura más notable en épocas diversas, con autores como Calderón o Shakespeare, acertaron a definir la naturaleza esencial del teatro. Ni siquiera Patrice Pavis, en el ámbito del conocimiento científico, en su Diccionario del Teatro, pudo definir con precisión aquello que es distintivo del teatro como manifestación social, cultural o artística, en buena medida porque si bien su mirada al objeto es muy pertinente, resulta parcial, demasiado informada por la filología y la literatura.

Peter Brook (El espacio vacío) definió la esencia de lo teatral al hablar de una persona que camina por un escenario mientras otra la mira, en tanto Jerzy Grotowski (Hacia un teatro pobre) fijó los términos de ese encuentro al hablar de un actor y de un espectador, lo que nos retrotrae a Vsevolod Meyerhold y al concepto de convención y de recepción (Textos teóricos). El teatro se asienta en una convención según la cual una persona ejerce el rol de actor y la otra persona ejerce el rol de espectador. No hay fingimiento, no hay falsedad, no hay simulacro, no hay mentira, porque la esencia del teatro es la réplica, la REpresentación, la REcreación de mundos dramáticos en un lugar llamado escena, siendo la escena aquel espacio que acuerden ambos sujetos (el de la creación y el de la recepción), incluso mientras el acontecimiento mismo se está produciendo. Y por eso nadie se precipita al escenario cuando Hamlet hiere el cortinón tras el que se esconde Horacio, aunque la Historia del teatro recoge anécdotas de personas que al no entender esa convención se precipitaban a la escena a defender una dama o a abofetear al truhán; por eso seguimos a los cómicos en su mojiganga de calle aceptando que la plaza sea una selva y el portal de la esquina la gruta que habita un monstruo. Hay tendencias (teatro invisible, acción y presentación escénica) que juegan con los límites entre la realidad y la ficción, que parten de una forma diferente de formular la convención, aunque ésta siempre existe.    

La expresión teatral (aquello que se va a ver) se asienta en la expresión dramática (que deriva de la acción, del drama), y esta última deriva de lo que notables psicólogos como William James, Herbert Spencer o Wilhelm Wundt definieron como “instinto dramático” que no es otra cosa que la inclinación, la necesidad más bien, del ser humano a “desempeñar” roles, por lo que con frecuencia en campos como la Sociología la persona se explica como un “actor” social, otro interesante concepto desarrollado por autores tan notables como Jacob L. Moreno, Kenneth Burke, Gregory Bateson o Erving Goffman. Y aunque la conocida expresión de Shakespeare, “All the World’s a stage (en As You Like it), parece muy afortunada, lo cierto es que el mundo, la realidad, no es un escenario, al menos no un escenario de ficción, pues una cosa es desempeñar roles y otra cosa bien diferente confundir realidad y ficción, y confundir los usos y aplicaciones del “como si”. Cuando esto ocurre estamos ante una psicopatología. Y hay personas que en esa incapacidad para diferenciar entre realidad y ficción, entre rol y personaje, generan signos que son indicios de lo que comúnmente se conoce como enfermedad, y que el tango Tranquilo viejo tranquilo formulaba así: (…) no te aflijas, andá a Vieytes / porque en Vieytes dan razón. En efecto, en el viejo psiquiátrico bonaerense ubicado en la calle Hipólito Vieytes.

Como bien explicara Erving Goffman (La presentación de la persona en la vida cotidiana, Frame Análisis), todos nosotros en nuestra vida diaria buscamos formas diversas de presentarnos ante los demás, en una verdadera “dramaturgia de la situación” que forma parte de nuestra propia “dramaturgia de la existencia” que nos define como personas concretas, con unas características específicas, identificables, y que nos diferencian de los demás. Y así, “actuamos” en función de nuestros objetivos, de lo que entendemos son las expectativas de los demás, de la idea que pensamos que los demás puedan tener de nosotros y que queremos confirmar o negar, o incluso de los cambios que se puedan dar en el curso de la acción, y entonces improvisamos. Sobre todo ello Caryl Churchill escribió una obra dramática titulada Marriage Of Toby's Idea Of Angela And Toby's Idea Of Angela's Idea Of Tony (1968), infelizmente inédita. Evidentemente en esa adecuación permanente de la conducta, y de los roles desde la que se emite la misma, puede haber mentiras, fingimientos, falsedades y simulacros, pero en ningún caso cabe decir que ESO SEA TEATRO.

Y viene todo esto a cuenta del uso inapropiado, acientífico, que la clase política (y no pocos periodistas de ambos sexos) hace de la palabra teatro, lo que a su vez es un signo que sirve de indicio preciso de no pocas cosas, comenzando por una cierta estulticia y terminando con la constatación que en esas referencias constantes al “teatrillo” están voceando su enorme desprecio por las artes escénicas, un desprecio que nace de la incomprensión de los principios sobre los que se asienta una forma artística que en Grecia gozaba del pleno apoyo de la polis, por razones suficientemente explicadas desde las más diversas disciplinas y por una tradición crítica de altísima solvencia intelectual alentada en las más prestigiosas universidades europeas. Hay bibliografía para quien quiera leer e informarse.

¿Es correcto decir que los políticos están armando un “teatrillo” cuando negocian, y se tiene la sensación de que no quieren llegar a un acuerdo? NO, en ningún caso. Los políticos pueden fingir, mentir, falsear, montar un simulacro, pero en ningún caso lo hacen como actores o actrices de teatro, sino como actores sociales, como personas que gozan de una posición porque representan a muchas otras personas, y esa es su convención, de la que deriva su función y su responsabilidad. Y si merecen el calificativo de truhanes, no es porque jueguen al teatro (que no lo hacen, ni saben seguramente), sino porque juegan al engaño, al trampantojo, al embuste, porque practican el viejo arte de la hipocresía.

¿Estarán entonces montando una farsa? Tampoco, aunque el Diccionario de la Lengua le atribuya al vocablo, en su sentido figurado, el significado de “enredo, trama o tramoya para aparentar o engañar”. Lo que sí hacen es montar un espectáculo, en el sentido que le da al término el Diccionario, que define como “acción que causa escándalo o gran extrañeza”, o, lo que es peor, en el sentido que le daba Guy Debord en La sociedad del espectáculo, el espectáculo con el que reconstruyen y reafirman su hegemonía para legitimar nuestra sumisión, por seguir al querido Antonio Gramsci. Y más que hacer un “espectáculo”, lo que hacen, por volver al Diccionario, es “dar espectáculo”. Y hay espectáculos que cada día son más denigrantes, por el escándalo, pero especialmente por la sumisión implícita que conllevan, y que sería razón más que suficiente para “correrles a gorrazos”.

No digan pues teatro, ni teatrillo, ni farsa, ni drama, ni tragedia... al hablar de sus trifulcas, cada vez más insufribles. Respeten un poco más el arte y la cultura y no hagan gala de su estulticia, que ese es otro espectáculo, todavía más escandaloso y contra el que ya clamaba Ricardo Mella hace más de un siglo, reclamando la rebelión de los esclavos sin pan y la revolución social.

Hagan política, y vayan al teatro, ¡caray! A ver si aprenden.

sábado, 20 de febrero de 2016

Percy MacKaye’s Civic Theatre: a Pioneer in Theatre Animation and the Pedagogy of Leisure


El teatro cívico de Percy MacKaye: un pionero en la animación teatral y la pedagogía del ocio

Manuel F. Vieites

Trabajo publicado en Espacio, Tiempo y Educación, número 3 (1), que contiene un interesante dossier sobre Historia de la educación.


RESUMEN: En los dos primeros decenios del siglo XX cobra relevancia la obra y trayectoria del escritor y dramaturgo norteamericano Percy MacKaye, quien, entre muchas otras cosas, formula un proyecto de organización teatral orientado a promover todo el potencial sociocultural y educativo de una praxis teatral asentada en la participación activa de la ciudadanía y vinculada con el desarrollo comunitario. En este trabajo, nacido de una lectura crítica de su obra teórica, queremos mostrar cómo los usos educativos, socioculturales y artísticos de la práctica teatral que promueven un ocio constructivo, tienen en la obra de MacKaye un precedente en los niveles teórico y práctico. Una obra que aún goza de especial relevancia ante los desafíos del presente, entre los que destaca especialmente la creación de espacios de encuentro e interacción en los que la ciudadanía se encuentre, se reconozca y se reconstruya. Pero su obra adquiere todavía más significación considerando la vieja cuestión del arreglo de los teatros y de la educación teatral, que ya formularan en su día ilustrados queridos como Jovellanos o Moratín y que, a día de hoy, dos siglos después, sigue estancada y sin visos de resolución. Cierra el artículo un capítulo de conclusiones en el que se proponen medidas concretas frente a esa vieja problemática.

Palabras clave: Progresivismo; teatro cívico; teatro comunitario; educación teatral; democracia cultural; ocio constructivo.

ABSTRACT: In the first two decades of the twentieth century the career of Percy MacKaye becomes especially relevant. As a brilliant American scholar and playwright he formulated a plan for the organization of the theatre that aimed at promoting the social, cultural and educational potential of a theatrical praxis based on the active participation of people, linked to community development. In this paper, born of a critical reading of his theoretical work, we show how the educational, cultural and artistic uses of theatrical practice that promote a constructive leisure, have in MacKaye’s essays a precedent on theoretical and practical grounds. His proposals are still relevant considering today's challenges, among which it stands out the creation of spaces for meeting and interaction where the community may meet, recognize and recreate itself. His essays become even more significant considering old problems such as the “arrangement of the theatres” and the status of theater education, formulated by enlightened thinkers such as Jovellanos or Moratín, which two centuries later still await an appropriate solution. We close the paper with a set of conclusions where specific proposals concerning those old issues are made.

Key words: Progressivism; Civic Theatre; Community Theatre; Theatre Education; Cultural Democracy; Constructive Leisure.